Para que uma empresa prospere, é fundamental que as finanças estejam organizadas. Um dos recursos básicos para ajudar o empreendedor nessa tarefa é o fluxo de caixa, que é o registro de todos os recebimentos (vendas à vista e a prazo) e pagamentos (compras, despesas entre outras saídas). Essa ferramenta é interessante para ajudar o empresário a visualizar o cenário do caixa e conduzi-lo na tomada de decisões para evitar ou minimizar possíveis dificuldades financeiras.

Mas, em alguns casos, por inexperiência, falta de informação ou até de empenho para gerir esse recurso, muitos empreendedores têm dificuldades para manter o fluxo de caixa organizado e podem comprometer o andamento do seu negócio. A seguir, listamos alguns erros muito comuns que a sua empresa não pode cometer no fluxo de caixa. Confira!

1. Não atualizar com frequência

Às vezes a rotina é puxada, e sabemos que empreender com responsabilidade exige muito tempo. Em meio à correria, muitos empresários esquecem de atualizar o fluxo de caixa ou simplesmente decidem checar semanalmente ou uma vez por mês, mesmo que os pagamentos e recebimentos ocorram diariamente.

Sem conhecimento das informações com precisão, fica mais difícil administrar o dinheiro da sua empresa e fazer as melhores escolhas. Além disso, quando o empresário resolve deixar a atualização do fluxo de caixa para depois, tem grandes chances de acabar deixando informação se perder por esquecimento. Isso acontece principalmente com os gastos “insignificantes”, menores, mas que, ao fim do mês, têm um impacto expressivo no seu orçamento.

2. Trabalhar com estoque superlotado

O estoque precisa estar na medida certa. Mercadoria parada é sinônimo de dinheiro parado. Estoques muito baixos, por sua vez, limitam ou impossibilitam as vendas. E, certamente, você não quer nenhum desses problemas na sua empresa, não é mesmo?

Esse é mais um motivo para ficar atento ao fluxo de caixa. Com ele, você percebe o número de vendas realizadas nos últimos meses e pode estimar com mais precisão a quantidade de produtos que o seu negócio precisa em determinados intervalos de tempo.

3. Lançar informações imprecisas

Encher o fluxo de caixa de informações imprecisas, sem detalhamento, não te ajudará a ter real controle das despesas e do seu próprio capital de giro. Certifique-se de que todos os dados registrados são claros e completos o suficiente para que, quando você for consultá-los no futuro, não tenha dúvida alguma. Se o “fornecedor A” te vende mais de um produto, por exemplo, você não pode limitar-se a registrar “R$ 100 para o fornecedor A”, mas deve especificar para quais itens foi destinada cada quantia.

 

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4. Não separar contas pessoais e receita da empresa

Embora pareça clara a necessidade de separar finanças pessoais das contas da empresa, muitos empreendedores ainda fazem confusão ao misturar os dois orçamentos. Separe cartões de crédito, débito e extratos, e estabeleça um pró-labore (salário fixo) para não usar o caixa de sua empresa sempre que precisar cobrir despesas de casa. Muitos bancos oferecem serviços gratuitos e diferentes pacotes de tarifas, e um deles certamente será viável para o seu negócio.

 

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Por ACSP